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março 31, 2013
julho 22, 2009
Que Pena...


O pequeno reino de Tuvalu, quarta menor nação do mundo reconhecidas pela ONU, está literalmente desaparecendo. O conjunto de nove ilhas localizado no oceano pacífico, entre a Austrália e o Havaí, é a primeira vítima mundial das conseqüências do aquecimento climático global. A elevação do nível do mar está fazendo sumir, tornando submerso todo o grupo insular que possui uma área de 26 km².
A informação oficial foi dada pelo Earth Policy Institute, de Washington, que é voltado para o estudo e defesa do meio ambiente. Segundo ainda o instituto, a partir do próximo ano será iniciada a evacuação de toda a população de 9 mil pessoas, que serão recebidas pela Nova Zelândia.
Agora o minúsculo Estado vai entrar para a história como uma Atlândida dos tempos modernos. Pelos dados do Earth Policy Institute o nível do mar subiu nada menos de 30 centímetros nos últimos cem anos. A situação em Tuvalu tem se agravado a cada dia com as inundações que estão tornando praticamente impossivel a produção de alimentos e a obtenção de água potável.
Fonte: www.abknet.deLamentável e tudo por que não sabemos cuidar do planeta...
Postado por
Vanessa Padilha
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Marcadores:
Meio Ambiente,
Natureza,
Preservação,
Sustentabilidade
julho 20, 2009
Corumbá...


Corumbá é uma cidade do interior do mato grosso do sul, localizada às margens do rio Paraguai, na fronteira com a Bolívia, em tupi-guarani significa "lugar distante" - conhecida também como "cidade branca" ou "capital" do pantanal, muito quente, com uma história cultural riquissima, um lugar que me deixou lembranças lindas da minha infância...A cidade em si não tem muitos atrativos, não tenho conhecidos nem amigos lá, não tem pontos turisticos relevantes, na verdade muita gente me questionou o que eu realmente ia fazer lá... rsrsrsrs



Quando recebi o convite do Neto um amigo querido que também tem boas lembranças do lugar eu pensei; mas o que é que vou fazer lá? E a resposta é que tenho uma história nessa cidade pelo pouco tempo que vivi lá, lembrei do prazer que é atravessar o pantanal e ver jacaré, tuiuiús (a ave símbolo do Pantanal), cobra, capivara, araras azuis voando em bando e fazendo um barulhinho bom, sentir cheiros que só senti naquele lugar, rever as praças em que eu andava de bicicleta, ver de novo o por do sol mais lindo às margens do rio paraguai, a pipoca da praça, o sorvete de boicaiuva... Atravessar a fronteira com a Bolivia só para comprar coisinhas rsrsrsrs Além é claro da boa companhia, um povo animado que me fez rir a maior parte do tempo!!!
Enfim, tenho explicações sim para ter viajdo quase 1400 km de carro, quase 18 horas de estrada!!!
Isso de rever o passado, anos que ficaram pra traz é uma experiência que me agrada muito, sai pra caminhar a pé e sozinha, andei por uma rua onde morei numa casa antiga bem tipica da cidade todas as manhãs de quinta-feira tinha uma feira livre... eu acordava com o barulho das pessoas conversando, e gritando as ofertas dos seus produtos, além dos comerciantes corumbaenses tinha também os comerciantes bolivianos, as "colhas" como são conhecidas por lá...

A janela do meu quarto era de frente pra rua, uma janela alta e estreita que deixava a claridade e os cheiros do dia entrar por toda a casa,e lá fora um comércio colorido com legumes, verduras, frutas, carne, peixe fresco, artesanato... no quintal da casa tinhamos uma variedade de árvores frutiferas que abrigavam passarinhos de várias espécies que toda tarde faziam uma "música" que nunca mais ouvi em lugar nenhum, uma vez meu avô fez uma gravação numa fita K7 de tanto que impressionava... eu lembro da minha vozinha sentada numa cadeira de área descançando no fim do dia ao som dos passarinhos e os netos correndo em volta dela brincando e eperando a hora de ir pra praça com algum tio pra andar de bicicleta!!!

Era uma vida tão calma, era um tempo que andava lento... e foi essa a impressão que eu vivi de novo!!! Corumbá tem uma hora de atraso em relação ao estado de São Paulo e por preguiça não arrumei o relógio no horário da cidade, toda hora que olhava no relógio ganhava 1 hora a mais... rsrsrss
Enfim, eu não tenho idéia de quando vou voltar a visitar corumbá, se é que vou me arriscar outra vez numa aventura dessas... Mas de qualquer maneira me fez muito bem voltar ao lugar que foi cenário de uma fase tão boa da minha vida!!!
Vanessa Padilha
O Neto levou um bocado de música boa, uma dessas músicas tem um trechinho que serve bem pra minha nostalgia:



Quando recebi o convite do Neto um amigo querido que também tem boas lembranças do lugar eu pensei; mas o que é que vou fazer lá? E a resposta é que tenho uma história nessa cidade pelo pouco tempo que vivi lá, lembrei do prazer que é atravessar o pantanal e ver jacaré, tuiuiús (a ave símbolo do Pantanal), cobra, capivara, araras azuis voando em bando e fazendo um barulhinho bom, sentir cheiros que só senti naquele lugar, rever as praças em que eu andava de bicicleta, ver de novo o por do sol mais lindo às margens do rio paraguai, a pipoca da praça, o sorvete de boicaiuva... Atravessar a fronteira com a Bolivia só para comprar coisinhas rsrsrsrs Além é claro da boa companhia, um povo animado que me fez rir a maior parte do tempo!!!
Enfim, tenho explicações sim para ter viajdo quase 1400 km de carro, quase 18 horas de estrada!!!Isso de rever o passado, anos que ficaram pra traz é uma experiência que me agrada muito, sai pra caminhar a pé e sozinha, andei por uma rua onde morei numa casa antiga bem tipica da cidade todas as manhãs de quinta-feira tinha uma feira livre... eu acordava com o barulho das pessoas conversando, e gritando as ofertas dos seus produtos, além dos comerciantes corumbaenses tinha também os comerciantes bolivianos, as "colhas" como são conhecidas por lá...

A janela do meu quarto era de frente pra rua, uma janela alta e estreita que deixava a claridade e os cheiros do dia entrar por toda a casa,e lá fora um comércio colorido com legumes, verduras, frutas, carne, peixe fresco, artesanato... no quintal da casa tinhamos uma variedade de árvores frutiferas que abrigavam passarinhos de várias espécies que toda tarde faziam uma "música" que nunca mais ouvi em lugar nenhum, uma vez meu avô fez uma gravação numa fita K7 de tanto que impressionava... eu lembro da minha vozinha sentada numa cadeira de área descançando no fim do dia ao som dos passarinhos e os netos correndo em volta dela brincando e eperando a hora de ir pra praça com algum tio pra andar de bicicleta!!!
Era uma vida tão calma, era um tempo que andava lento... e foi essa a impressão que eu vivi de novo!!! Corumbá tem uma hora de atraso em relação ao estado de São Paulo e por preguiça não arrumei o relógio no horário da cidade, toda hora que olhava no relógio ganhava 1 hora a mais... rsrsrssEnfim, eu não tenho idéia de quando vou voltar a visitar corumbá, se é que vou me arriscar outra vez numa aventura dessas... Mas de qualquer maneira me fez muito bem voltar ao lugar que foi cenário de uma fase tão boa da minha vida!!!
Vanessa Padilha
O Neto levou um bocado de música boa, uma dessas músicas tem um trechinho que serve bem pra minha nostalgia:
...Nós ali
Alegres e jovens demais
Sem saber
Como era doce viver.
(Nelson Motta / Marcos Valle)
Alegres e jovens demais
Sem saber
Como era doce viver.
(Nelson Motta / Marcos Valle)
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